A importância do reforço escolar para crianças

A importância do reforço escolar para crianças

O ritmo de aprendizado entre as crianças é uma característica muito singular. Com o número de alunos em sala de aula e a correria contra o tempo para poder passar todo o conteúdo planejado durante o ano letivo, fica difícil acompanhar o progresso de ensino para cada aluno e suas particularidades.

Esse é um dos pontos responsáveis pelo grau de defasagem escolar, causando, assim, desníveis educacionais entre alunos que possuem mais facilidade de aprender e outros com alguma dificuldade. A rotina de trabalho dos pais, ou a ausência desse relacionamento com os filhos, também geram consequências no âmbito escolar que podem refletir durante toda a vida profissional desses alunos.

Para romper as desigualdades de raciocínio entre as crianças e contribuir com o ensino, de forma acessível e linguagem adaptada, o Instituto Amazônia oferece aos estudantes da Comunidade São Vicente, aulas de reforço escolar. Durante as atividades é possível diagnosticar essas dificuldades e desenvolver trabalhos direcionados.

As aulas de reforço oferecem a atenção individual que o aluno merece e, assim, se difere das aulas nas escolas quando, em muitos casos, os professores seguem ministrando suas aulas como se os alunos fossem invisíveis, fazendo com que passem a se ver como incapazes.

Por isso que as aulas de reforço realizadas aos sábados na Casa do Frei são totalmente diferentes das ministradas nas escolas. Com espaço aberto para a criatividade, os alunos aprendem brincando. O êxito no desempenho dos alunos  está na interação dos alunos com o professor, e do professor com os responsáveis. O cuidado constante com o planejamento das aulas, as avaliações, as atividades lúdicas, tem sido um diferencial.

Acompanhe o vídeo-registro abaixo, com produção assinada por Mário Meireles, e confira um pouco do trabalho desenvolvido aos sábados na Casa do Frei, que tem auxiliado no desempenho escolar de crianças e adolescentes da Comunidade São Vicente, Centro Antigo.

Fonte: http://www.institutoamazonia.org.br